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E pra deixar acontecer, a pena tem que valer, tem que ser com você. Nós livres pra voar, nesse céu que hoje está tão lindo, carregado de estrelas e a lua tá cheia refletindo o seu rosto, dá um gosto de pensar, eu, você e o céu e a noite inteira pra amar. E quando o sol chegar a gente ama de novo, a gente liga pro povo fala que ta namorando, e casa semana que vem. Deixa o povo falar, o que é que tem?! Eu quero ser lembrado com você, isso não é problema de ninguém.
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“Mal sabe você que todas as noites antes de dormir eu penso e repenso em você (…) em nós.” –se-eu-pudesse (via se-eu-pudesse)
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“- Você tá linda. - Não começa. - Por que não gosta quando eu te elogio? - Não é que eu não goste, sei lá, eu fico sem graça. - E vermelha. – disse ele apertando as minhas bochechas mesmo sabendo que eu odeio. – E linda. - Você é impossível sabia? - E tá ainda mais linda com a minha camisa, coisa de filme romântico você não acha? - Corrigindo… coisa de filme clichê, chove do nada, a mocinha não tão mocinha vai pra casa do mocinho não tão mocinho pra se secar, ele oferece uma camisa seca pra ela não se resfriar e blá blá blá, mas estamos contrariando um pouco a história, porque a mocinha aqui já está gripadíssima. - Merece cuidados redobrados então… - Defina cuidados redobrados. - Acho que a mocinha e o mocinho deveriam ficar bem quentinhos debaixo das cobertas. – ele disse com o sorriso mais lerdo do mundo. - Isso envolve algum tipo de abuso? Ele riu tanto que me contagiou. Puxou a coberta da cama, se deitou e estendeu o braço pra mim. - Ta com medo de mim? - Claro que não. - Então vem, não vou tentar nada, juro. Fui para o lado dele, me deitei e cobri nós dois. Ele me puxou pra mais perto, escondi meu rosto no seu pescoço, ele tinha um cheiro bom. - Impressão minha ou você ta cheirando meu pescoço? - Não pode? – disse sorrindo. - Claro que pode, hoje é sábado, dia de banho, esqueceu? To cheiroso. - Você parece comigo. – disse rindo. - Por quê? Você também só banha sábado? - Não, você é idiota. - É… obrigado? Nós dois ficamos em silencio por alguns minutos e voltei a esconder meu rosto em seu pescoço. - Olha, eu sei que prometi não tentar nada, mas fica meio difícil com você cheirando meu pescoço sem parar. - Talvez eu queira que você tente algo. - Talvez eu queira tentar algo desde a primeira vez em que te vi. Então seus lábios encontraram os meus, a pose de durona desapareceu. Era um beijo calmo, envolvente, delicado e gentil, como se ele estivesse com medo de me quebrar ou algo assim. - Talvez eu goste mesmo de você. - Talvez eu não deixe você ir embora hoje. - Talvez meu pai venha aqui com a polícia e te obrigue a fazer isso. Rimos juntos e houve um longo silencio como se nós dois estivéssemos pensando como seria dali por diante. - Deixa eu cuidar de você? Ele me abraçou e beijou minha testa. Eu sabia quais poderiam ser as conseqüências da minha resposta e onde ela poderia me levar, que estaria sujeita a sofrer outra vez e me decepcionar novamente mas não valia a pena deixar de viver por isso, estaria sujeita a isso a vida inteira, todos estamos, então o beijei nos lábios e com um sorriso todo bobo respondi. - Deixo.” –Bruna M. (via mabele) “ooooooooooi” “oi” ACABO O AMOR, ENTRO EM DEPRESSÃO, PEGO MINHA MALA E VOU EMBORA PRO SERTÃO. older » |
Savannah
“E se você acha que meu orgulho é grande, é porque nunca viu o tamanho da minha fé.”
— Caio F. Abreu
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